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Sediña na Califa – Que Viagem!!

O senhor destino é fogo. E nele a gente acende cada um dos nossos cigarrinhos de artista. Parece até que foi ontem que um jornalista brasileiro foi se radicar no Uruguai para fundar essa marca. O Hempa não só noticiou como trouxe o empresário aqui na redação, pra fumar um com a gente e saber mais sobre a ideia. Depois, os ventos dos bons negócios levaram meu camarada Fábio Bastos pra China! Lá o papel ganhou asas pra ganhar o mundo todo. E os livretos de sediña vieram pro Brasil, pra ganhar as lojas e o kit de um maconheiro carioca, que levaria essa marca internacional para um rolé inesquecível na Califa.

Essa introdução mais pareceu um jogo de War, mas – pelo que vi – só falta ir para África para a Sediña ganhar o mundo. Considerando que pra Amsterdam algum doidão certamente já levou. Ou não?

Como contei para vocês já por aqui, logo quando cheguei fui recepcionado com uma linda bag de blueberry, mas o kit da minha querida host tinha somente seda pequena – zig-zag, se não me engano. É claro que salvou lindamente! Mas o Hempa, no porte da seda brown ou de hemp, não podia deixar de apresentar uma bela roupinha especial.

Feito um bom companheiro de aventuras, os livretos da Sediña compartilharam não um ou outro, mas todos os baseados da viagem. Tirando os pre-rolleds, claro. Que eu curto demais a marca , lógico, mas também não precisa abrir e reapertar baseado alheio, né?

Com a viagem pude perceber, quer dizer, reafirmar, a ideia de que a seda é boa. Isso porque de todos os becks apertados por lá, ninguém questionou a embalagem, a qualidade ou a procedência do papel. E isso poderia muito bem ter acontecido. Afinal de pontas, ops, contas, já cansei de ver sedas dando vexame nas rodas, seja por não colar, não carburar, ou ser grossa demais, etc. Eu poderia tirar um monte de fotos com a Sediña mas ter fumado, no geral, com sedas de excelência do mercado na gringa. Mas não foi isso que rolou, de verdade. Ainda bem… pois assim deu pra gastar só com fumo, já que seda a gente tinha de sobra!

A título de curiosidade, posso dizer que a marca defilou por Berkeley, Oakland, San Francisco, Santa Rosa e Sacramento. E não é ostentação dizer que papel da legalização que nasceu no Uruguai e ganhou o mundo enrolou strains como TITS (This is the Shit), Blueberry, Lemon Hash Plant, Moonrock, Head Stash, Kush Boys, Rebel Cookies e muitos outros mais.

Muito obrigado Sediña e toda equipe que hoje em dia faz a marca agitar a cultura canábica nacional a todo vapor! Vocês estão verdadeiramente de parabéns. É a competência e a qualidade da marca que faz ela pegar fogo, cada vez mais. Viajamos juntos pra meca da cannabis no mundo e o papel, escrito em espanhol, fez a cabeça da galera no Norte da Califa. Um sonho… que virou realidade… pro papel da seda e no da revista. Veja a edição #15 da Hempada que traz um relato completo dessa incrível viagem, com roteiro da Micasa 420, mais matéria especial da NorCal Cannabis Cup. Do fundo dos meus dois pulmões: obrigado, Sediña – queimamos tudo juntos!

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