“Ela tinha de 50 a 60 crises convulsivas diárias. Teve dias em que, das 24 horas, ela passava 23 convulsionando (…) O medicamento importado deu melhora, mas não zerou as crises, e a partir do momento em que começamos a usar o nosso artesanal, as crises foram diminuindo até parar”
Liane Pereira, mãe da Caroline, de 9 anos,
autorizada a cultivar maconha medicinal no G1
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