#Elenão, o resto é resto!

Chapa2

hempadao 13 outubro, 2018

por S. M. Hermes

Como não tenho TV a cabo, venho explorando a programação da TV aberta nos últimos tempos, em busca de conteúdos e informações relevantes e interessantes. Inclusive, esses dias descobri que na segunda-feira de noite, a Band passa aqueles documentários no estilo da BBC, sobre as várias naturezas selvagens que encontram-se aqui na Terra. Vi alguns episódios até hoje e, diga-se de passagem, todos foram sensacionais — ainda mais sob o efeito de Cannabis! Nada melhor do que relaxar, aprender e usufruir desse serviço, que na sua maioria pode ser superficial e hipnótico.

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Desde que me conheço por gente, tenho o hábito de escutar um rádio esperto. Durante meus 27 anos de vida recém completos fui, eventualmente, variando entre algumas estações e programas. A única coisa que não mudava mesmo, era que na hora da Voz do Brasil, dali eu caia fora. Conforme fui crescendo, evoluindo e percebendo coisas, o hábito de não escutar o programa inverteu-se. Ter iniciado o curso de Jornalismo também influiu nesse novo olhar sobre tal. Atualmente escuto a Voz do Brasil sempre que possível — e carinhosamente chamo-a de a vó do Brasil.

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Não é nenhuma novidade o quão tabu é o uso de Cannabis (e outras drogas) na sociedade brasileira – e mundial. Sempre que eu e meu pai falamos sobre meu uso de drogas, as conversas tiveram um aspecto similar: a minha motivação pra tal, onde isso ia me levar e até quando só Cannabis ia ser suficiente. Ou seja: preocupações quanto a uma possível migração de droga em droga pra saciar um vício cada vez maior.

Claro que esse é um debate válido, assim como as preocupações, porém, fica clara a forma que encaramos determinados temas, sem discernir a realidade do imaginário. Muito disso, devido aos estigmas e preconceitos disseminados pela mídia, pelas “autoridades” e pelo próprio Estado. Portanto cabe a nós, usuários, elucidar os fatos.

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Quanto ao segundo turno da eleição pra presidente, não tem outra, é #elenão! Qualquer um que tenha o mínimo de bom-senso, ou empatia, ou compaixão, ou a capacidade de perceber discursinhos fascistas e etc., nunca vai votar/apoiar o indivíduo que concorre com o Haddad. Infelizmente tem uma galerinha que se identifica com tal, como pôde-se ver durante essa semana posterior ao primeiro turno: as várias agressões e até mortes causadas pelos apoiadores do cosplay de Hitler. Lamento, que pena, que tristeza — ainda assim, apesar dos pesares, a esperança vive e é real!



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