Três contos eróticos canábicos pra aquecer a Sexta-Fire!

Contos Eróticos Canábicos

hempadao 21 outubro, 2016

Está rolando no Hempadão um concurso de contos eróticos canábicos. Para saber mais informações, clique AQUI. Nove contos já foram apresentados para avaliação dos leitores, e hoje chegou a hora de lançar mais três pérolas para o deguste da nossa audiência. Leia, avalie, se anime, participe! Chame aquela amiga ou amigo que curte palavras e sensações para esse desafio de criatividade e prazer compartilhado. Para ler os que já foram, clique nos links a seguir: 1 ao 33 ao 66 ao 9!

Conto Erótico Canábico #010:

Aquele conto que eu prometi escrever – por Lara

Acordei suada, corpo quente e suado, perturbado pelas lembranças que invadiram meu sonho. Fecho os olhos e posso sentir bem lá de longe a sensação do seu corpo sobre o meu. Corpo pequeno, leve, que cabe e se encaixa em mim, que senta e em cada mínimo movimento mexe com todo meu desejo. Bastou uma breve memória pra espontaneamente o calor de minha mão aquecer o clitóris já desperto pelo tesão do sonho.

Dos pedidos que faço pra vida, ter você de novo é um dos principais, ter a chance de fazer um maravilhoso sexo surreal contigo (de novo).

Lembro duma transa em frente a janela do meu quarto, naqueles dias em que ardíamos a tarde inteira de desejo. Você sentada, chapada, semi nua, usando só uma cuequinha preta que além de conter seus fluídos servia como uma barreira psicológica a mim. Senti seus olhinhos pequenos e pesados percorrerem minhas pernas, tentei de olhar, e como uma fugitiva você desviou o olhar pra um ponto distante do quarto. Pouco me importava se você precisava respirar naquele momento, bastou um arrepio seu pro sexo recomeçar. Beijo sua nuca, seu pescoço, sua orelha, faço de olhos fechados pra melhor sentir seu cheiro . Quero te fuder, te fazer gozar de novo. Desço a mão até sua cueca e percebo seu clitóris duro, inchado, imenso, pulsando com o meu suave toque sobre o tecido. Olha só, cê não tava cansada? Uma mão sobe pela tua nuca, alcança o cabelo macio e num falso carinho encaixo melhor a mão pra puxá-lo. Ainda nem puxei e você já está gemendo. Desço a mão e te torturo um pouco. Percorro os seios, a cintura, o quadril. Com a boca bem próxima a sua orelha brinco com sua urgência, posso lhe dizer qualquer coisa mas tudo que você ouve é minha respiração desconcertada. Minha mão direita, já dentro da sua roupa, toca suavemente a sua buceta, que responde pulsando. Me encaixo melhor, te abraço por trás, tranço as minhas pernas em você. Com a ponta do dedo médio, te penetro. Sem maiores cuidados, sem me preocupar com o percurso, você estava tão molhada que entrar na sua xota era completamente natural. Molhada assim eu não tinha muito o que fazer, pra você gozar bastava eu meter. Não prosseguirei com essa história porque trago algo melhor em mente: você e eu transando no dia de nosso reencontro.

Tantos meses sem você, havia até um certo medo de desabar em choro assim que você me tocasse. Fizemos sexo tantas vezes, orgioso, lascivo, puto, fizemos amor tantas vezes, em segredo, entre olhares. Naquele momento nada disso nos cabia, nada importava, precisava apenas me sentir dentro de você, quente e molhada do seu prazer. Com apenas um toque seu meu corpo ficou arrepiado, o medo de estar no escuro e num local público desapareceu quando senti sua respiração se aproximar. Te puxei prum beijo, joguei meu corpo contra o seu que estava encostado na caixa d’água, naquele ritmo macio que a maconha dá pros nossos encontros. Com certeza eu não havia me esquecido de como é gostoso te beijar e ser tocada por você, ou de como a sua energia maravilhosa faz a minha xota encharcar a calcinha em alguns segundos. Tudo flui numa perfeição danada, lembro de me sentir no tão esperado paraíso entre os minutos (talvez segundos ) que comecei a te beijar e o momento em que eu entrei em você. Porra, que sensação, que buceta maravilhosa. Você tava bem molhada e gemeu forte logo na primeira penetrada. Senti minhas pernas tremerem ao ouvir esse gemido, eu não tinha gozado só te comendo até aquele dia, quando tremi tive certeza que aconteceria daquela vez. Fui metendo de um jeito confortável até você se preparar pro que viria. Eu entrava e saía, naquele movimento bem básico de meter e tirar os dedos, senti você muito molhada como quem já estava pronta prum squirt. Meti mais forte, meti mais gostoso. Dobrei um pouco os dedos lá dentro a fim de alcançar melhor seus pontos de prazer. A cada metida suas pernas perdiam um pouquinho da estabilidade, cê me puxava pra você, desesperada passando a boca pelo meu rosto, pelo meu pescoço, até chegar ao meu ouvido. E me disse: ”Mete. Mete gostoso, vai”. Te abracei apertado e meti, bem fundo e forte. Seu corpo esquentou de repente, se contraiu, bambeou as pernas e você começou a gemer demoradamente. Achei que minha buceta iria explodir ouvindo seu gemido, lembrei que era a sua vez de explodir e não a minha. Meti mais. Você gozava enquanto eu penetrava de uma forma mais rude e continuou gozando quando eu passei a meter mais rápido. Entre gemidos e arranhões e contatos você se lembrava (e dizia) de como era bom dar pra mim. Minha mão, minha blusa e minha calça já estavam molhados com tantos pequenos esguichos de gozo que recebi. Não sei se gozei nesse momento ou naquele outro em que já sentadas sobre a caixa você rebolava e sentava nos meus dedos, quicando mesmo, olhando pra mim com a cara mais safada do mundo. Eu era sua, eu estava ali pro seu prazer, não sentia nada além do tesão, do gozo e da vontade de ter você por perto sempre.

Boas lembranças.
Quantas vezes será que gozei narrando e lembrando disso?

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Conto Erótico Canábico #011:

N’eurotic – por Laura

Há tempos não se viam.

Combinaram de comer algo leve no fim da noite, curtir um som e a companhia.

Sabendo de seu apetite, propôs uma salada com um azeite especial. Pensou em tudo, folhas verdes, tomate cereja, palmitos, mangas maduras e outras coisas. Preparou o azeite com cuidado para que a erva não queimasse, deixou descansar para esfriar e peneirou. Admirou a cor e a textura do âmbar.

Ao chegar, brindaram uma cerveja, dichavaram o apetite e jantaram o antepasto do prato principal.

O azeite dava sabor adocicado à tudo e penetrava na textura macia da manga, como as mãos que deslizavam pela pele ganhando o vão das pernas.

Olharam-se maliciosamente.

Com vontades despertas, foram para o quarto com som ao fundo e deitaram.

Antes que batesse o efeito, trocaram umas palavras sobre aquele dia.

Sentiram o som invadir a mente, e a onda permear o corpo.

– Estava bem gostoso.

– Né? Sabia que a manga aumenta o potencial da ganja?

– Sério?

– É, parece que rola uma bioquímica muito louca…

– … e fica uma delícia.

Uma pausa e um leve sorriso.

– Está sentindo? – perguntou.

– Ainda não… – disse.

Mas em seguida, ao piscar os olhos, lá estava: a quebra do espaço tempo, o pulsar da pressão arterial, o ritmo das ondas neurais.

Acariciou o peito, olhou olhos nos olhos e deu um beijo. Sentiu o áspero, mas macio, entrelaçar das línguas, roçando e mordendo lábios.

Sentiram uma tensão magnética de não conseguir desvencilhar os movimentos. Brincaram com isso, se aproximavam, sentiam o magnetismo frenético, beijavam-se como imãs colando. Desentupiram o canal dos desejos nos lábios ainda molhados.

Beijando o ouvido e ronronando pelo pescoço, fez arrepiar.

Brincou com as mãos pelo corpo, massageando a cabeça, toque leve pelo rosto, desceu apertando pela clavícula e peitos, passou a mão fria levemente tensa pela barriga, e arranhou as unhas até que arrepiasse de mais desejo.

Os corpos já estavam próximos, mas foram se aproximando ainda mais. Os toques eletrizavam os pelos, tocavam-se com o mesmo magnetismo do beijo.

Uma perna por cima pressionava a outra com carícias. Suspiros de desejo, despiram as roupas ao pulsar do som.

No beijo seguinte, sentiu a boca mais seca e o ar árido no arfar dos lábios. Arrepiou com mais essa sensação, não hesitou e acariciou as partes com vontade, pressionou com o ventre.

No impulso, mordeu o bico do peito, desceu para se lambuzar da umidade orgástica. Ao sabor de tesão, brindaram 69 sem censuras, mãos e línguas onde sentissem o movimento chamar. Apertar das nádegas, gemidos em meio a falta de ar, espasmos das pernas em desengonçado vaivém, passeio de línguas, até que as mãos frenéticas chamaram para a trepada.

Alinharam-se, ainda se masturbando e se esfregando. Sentiram ondas eletrizantes verdes e amarelas se fundindo e conduzindo uma explosão de sensações. Irrompendo, penetrando, contraindo, espasmando, gemendo, afagando, puxando cabelos, vaivém, frenesi, gemendo, pedindo para foder, mais, mais e forte, mais e rápido.

Foda, fusão, movimento sincrônico.

A secura da boca guiava o desejo desesperado de encontrar água em meio aos beijos, que abrandava o calor da areia desértica no sopro dos gemidos, eram pó no vendaval.

Furacão, ondas de calor, frenesi, tapas desconexos, nádegas ritmadas, pedido para foder, rebolando, mais fundo, mais forte, mais, mais. Tremor nos músculos, estalos, choques pelo corpo.

Frenesi, mar revolto, tsunami, requebrar em ondas de êxtase.

Gemidos. Arfar.

Onda neural.

Descarga elétrica.

Neurônios em festa.

Requebrar.

Neurônios em festa.

Toques magnetizados.

Neurônios em festa.

Roçar de pernas.

Neurônios em festa.

Apertar das mãos.

Neurônios em festa.

Espasmos dos músculos.

Onda neural.

Gemido no ouvido.

Neurônios em êxtase.

Arrepiar da pele.

Onda neural.

Suspiro profundo.

Toque veludo.

Carinho entre pernas.

Mar calmo.

Olhares horizontais.

(…)

– Um pito?

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Conto Erótico Canábico #012:

Irene da Boa – por Gustavo Marques

Irene da boa

No meio do ano, fui no rancho de um amigo da família com a parentada toda. Chegamos tarde apenas cumprimentei quem já tinha chegado e logo fui montando minha barraca, no meio do processo tive a ajuda de uma ruiva linda, no meio da pele branca do rosto vinha os lábios vermelhos e um olhar hipnotizante, seu nome era Irene. Quando trocamos uma ideia e percebi uma conexão intensa, porem ela teve que ir embora logo já que os familiares tinham chamado ela, nos despedimos e fiquei admirando aquele corpo de violão indo embora.

Durante a noite, não conseguia dormir então peguei aquela ponta salvadora e fui fumar, durante a caça de um lugar agradável até que senti uma fumaça cheirosa vindo de cima de um morrinho. Logo avistei na mão de Irene um pastelzão (Brincadeira) Era um fino grande e delicado, fiquei até com vergonha da minha ponta, então fui lá pedir um pá. E pessoal… fumaça vai fumaça vem e as trocas de olhares levou ao primeiro beijo, foi um dos melhores beijos não pelo beijo, mas sim por ser ela. Logo fomos para minha barraca onde descobri o que era uma pessoa com fogo, onde suas garras arranhavam minha costa durante vários beijos e encoxadas, até que ela veio ao meu ouvido e solta a ótima ideia que enquanto eu bolava mais um ela ficava no boquete, topei na hora. Enquanto custava a bolar ela subia e descia com sua boca no meu pênis, sua língua ligeira dando aquela geral principalmente na cabeça, até que gozei e ela santa do jeito dela tomou tudinho que foi possível. Felizmente este não foi o fim. Já bolado ela tragava enquanto eu retribuía todo favor dela, estava numa viagem curtindo as linguadas, indo de cima para baixo, da esquerda para a direita, girando e quando olhei para ela, que cena irmão… em meio a fumaça aquele rosto com língua para fora, boca aberta e aqueles olhos de tesão que atravessando a pálpebra, ela nem conseguia gemer pois ficou sem ar com as dedilhadas e o meu braço ligeiro com sangue correndo. Então espontaneamente veio um abraço firme e percebi que ela estava gozando, mas não ficou por aí, meu pau já estava pronto para o segundo round. Coloquei minha camisinha, comecei devagar pelo menos tentei já que ela não queria devagar e sim rápido e intenso do jeito que eu gosto. Enquanto ela estava na cavalgada fui acender o beck que já tinha sido apagado. De fato, ela conseguiu ficar uns 20 minutos no mesmo movimento e claro passando a bola, levei-a para fora da barraca que estava muito quente, encostei ela na arvore enquanto a comia de quatro, puxando o cabelo e dando tapas na bunda que já foi branca e ela adorava principalmente quando me punha no comando. Voltamos para a barraca onde na posição papai mamãe acariciava aqueles peitos macios e duros, lambia com carinho os mamilos e chupava com força outra hora, percebi que ela gozava de novo, porém não paramos não, onde ela com sua boca chupava meu pescoço enquanto ouvia as melodias dos gemidos, até que liberei a seiva da vida e veio aquela sensação de nirvana, com os nossos corpos suados ficamos abraçados e eu olhando aquele sorriso encantador que me cultiva até hoje. Foi diferente não veio aquela emoção pós sexo, desta vez quis ficar com ela abraçado até o fim dos tempos.

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2 respostas para “Três contos eróticos canábicos pra aquecer a Sexta-Fire!”

  1. sex shop disse:

    Muito bom, estão de parabéns

  2. Gostei dos contos canábicos, nunca havia lido um antes. Parabéns pela ideia, continuo aguardando novas publicações.

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