No Dia da Maconha, Snapchat lança filtro do Bob Marley

Hemportagem

hempadao 20 abril, 2016

No clima Dia Internacional da Maconha (hoje é 4/20 no sistema de data norte-americano), a galera do Snapchat resolveu marolar junto com os maconheiros e lançou um filtro que coloca o rosto do Bob Marley sobre a face dos usuários. 

Em comunicado, o Snapchat justificou o filtro: “O filtro que lançamos hoje foi criado em parceria com o Bob Marley Estate, e dá às pessoas uma nova forma de compartilhar sua apreciação por Bob Marley e sua música. Milhões de Snapchatters apreciaram a música de Bob Marley, e nós respeitamos sua vida e suas conquistas”. 

Parte do público curtiu o novo barato do app, mas outros mimizentos estão acusando o aplicativo de fazer apologia ao uso de maconha. 

Muitos críticos reclamam de que o recurso é, essencialmente, uma blackface digital, um tipo de representação de pessoas negras considerada racista, em que pessoas brancas pintam o rosto de preto, caricaturando os negros.



3 respostas para “No Dia da Maconha, Snapchat lança filtro do Bob Marley”

  1. Claudio disse:

    Estava pensando comigo,engraçado né mano,
    o Bob morreu fazem 35 anos e parece que até hoje ele luta mais pelos nossos direitos do que nós que estamos presentes aqui…
    Fazem 35 anos que ele morreu e sua voz ainda parece se fazer mais forte que a nossa por exemplo,presente aqui ainda…era o Bob Marley né,mas…
    Acho que nos acostumamos com nosso estilo de vida e esquecemos
    que também é digno de luta o respeito.E somos muito pouco respeitados,principalmente por aquilo que se diz ser a Justiça da maioria dos países no mundo.
    Então meus amigos,+vida real -vida virtual.
    Seria uma boa,na boa.
    A gente só pode ser respeitado quando não temos vergonha de ser quem realmente somos.
    E isso geralmente acontece quando sabemos no que acreditamos.
    Só um comentário direcionado por uma reflexão,nada mais.

  2. Claudio disse:

    Caraca mané,fui no centro de São Paulo hoje e parece que
    nenhum maconheiro sabia que dia era…Eu era o único com uma camiseta com a estampa da folha no meio de um monte de careta…
    Lamentável mano,dá pra ver que a gente não valoriza nossa própria cultura e nem estamos acostumados a correr atrás de nossos direitos.
    Quando as quatro e vinte do dia vinte de abril,eu vejo que meu baseado era o único aceso na parte baixa da praça Roosevelt,
    me senti,pra variar,mais um maconheiro marginalizado,no meio de uma pá de caretas…Parece que as pessoas tem medo ou vergonha de deixar claro pra sociedade no que elas acreditam…e talvez seja por isso que quando falamos,muitos não querem mais ouvir.

    • Claudio disse:

      Tá certo que muitos estavam trabalhando no horário,e eu estava de folga,mas mesmo assim,cade as organizações cannabicas deste país?
      Tá loco,depois não adianta fica só reclamando dos enquadro não…quem não dá a cara a tapa pra defender o que acredita geralmente se passa por alguém que não tem no que acreditar…
      Cade nossas vozes nas ruas meu povo???

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