Futebol mata… Maconha não!

Maconha Não

hempadao 21 agosto, 2014

Volante-Livorno-Piermario-Morosini-Serie_ACRIMA20120422_0026_15Já estamos acostumados a ver grandes contusões em campo, mas a verdade é que o Futebol além de recordista em lesões é um dos esportes mais perigosos do mundo. Com número de óbitos maior do que esportes como o UFC, o nosso tão sagrado futebolzinho brasileiro é sim um perigo à vida de quem o pratica. Não acredita? A primeira morte que se tem notícia aconteceu em 1889, vitimando William Cropper.

Cropper, que atuava pelo Staveley e também jogava cricket, colidiu com o joelho de Dan Doyle, jogador do Grimsby Town. A colisão resultou em uma ruptura intestinal e o jogador morreu ainda nos vestiários, nos braços de um companheiro de equipe. Nem vamos listar aqui também as mortes ocasionadas pelas brigas de torcida, estamos falando da prática em si do jogo, não da loucura humana e suas paixões. No entanto, desde 1971 diz a FIFA que 1500 vidas foram perdidas pela violência fora de campo.

No Brasil o caso mais recente foi o do jogador Serginho, que morreu em 2004 durante jogo São Paulo x São Caetano. Mas basta uma busca rápida para ver que são inúmeros os casos de mortes dentro do gramado, isso em apenas 150 anos de Futebol. A grande maioria das mortes é causada por parada cardíaca devido ao grande esforço físico muitas vezes somada a grandes emoções.

Agora… e a maconha, usada há milênios… já matou alguém? Ainda não.

Ninguém aqui defende que o futebol seja proibido, mas será que os proibicionistas poderiam aprender que maconha não é proibida porque “faz mal”? Há outros interesses que fazem com que o futebol seja endeusado e a erva amaldiçoada, basta pensar um pouco.



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