Jéssica M., 18 anos, PR [Candidata 010 – Miss Marijuana 2013]

Miss Marijuana 2013

hempadao 11 novembro, 2013

1) Nome, idade, estado onde mora.

Jéssica M., 18 anos, Curitiba/Paraná

2) Por que você acha que a maconha foi proibida?

Acredito que existem diversos motivos para a maconha ter sido proibida e para assim continuar. Preconceito, interesses políticos, falta de conhecimento e de informação de grande parte da população.

3) Trabalha ou estuda? Qual sua área de atuação?

Estudo Direito, pretendo me especializar em direito penal.

4) Qual a sua opinião sobre a legalização da maconha no atual contexto político-social nacional?

É, sem dúvidas, uma medida necessária, não apenas para proteger os usuários, mas toda a sociedade, que sofre com as consequências da criminalização. A legalização só traz benefícios, diminui-se o tráfico, a violência que ocorre em decorrência deste; reduz a superlotação carcerária, fazendo também com que o sistema judiciário fique menos sobrecarregado e, portanto, mais eficiente; torna possível uma melhor administração da força policial, melhorando a segurança, uma vez que os esforços da polícia desperdiçados com usuários e vendedores de maconha podem ser redirecionados para realmente proteger o cidadão. Além disso, grande parte do dinheiro que hoje vai pro tráfico, poderia ter um destino melhor.

5) Como você gosta de gastar a onda?

Ouvindo música, lendo, vendo filmes, conversando ou simplesmente pirando sozinha.

6) Uma boa música para ouvir chapada:

Qualquer uma dos Beatles, principalmente All you need is love, Day in the life e With a Little Help From My Friends

7) Por que você quer ser a Miss Marijuana 2013?

Acho importante que as pessoas não tenham vergonha de admitir que fumam maconha, e de lutar por esse direito, e acho importante passar essa ideia principalmente para as mulheres, que costumam ser mais criticadas ao assumirem esse tipo de coisa.

8) Qual sua opinião sobre as outras drogas?

Acho que vai de pessoa pra pessoa, cada um tem que conhecer seus gostos e seus limites, embora existam drogas mais perigosas que eu não me arriscaria a usar e certamente não aconselharia ninguém a fazê-lo, como o crack e a metanfetamina. Porém acredito que criminalizar não é a solução para nenhuma delas, tampouco medidas como internação compulsória.

9) Se pudesse escolher, moraria no Uruguai, na Holanda ou prefere esperar o Brasil legalizar?

Prefiro continuar no Brasil, não apenas esperando legalizar, mas fazendo o possível pra lutar pela causa.

10) Há quanto tempo acompanha o Hempadão e o que mais gosta no blog?

Há mais ou menos um ano, gosto das hemportagens.



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