Escolha o vencedor do Concurso de Contos Eróticos Canábicos!

OnWave

hempadao 16 novembro, 2016

No total 13 concorrentes enviaram seus textos, sendo que um chegou atrasado e acabou ficando de fora. Vamos perguntar se ele quer ser publicado depois, se ele topar a gente lança por aqui, afinal, foi um belo texto. Aos 12 que concorreram, separados em quatro publicações de três contos cada, foram conferidos cerca de 780 votos entre “curti” e “não curti”. Pegamos os melhores classificados no percentual entre votos válidos e “curtidas” aos olhos juri popular e agora vamos submeter mais uma vez ao voto da galera, que vai escolher que serão os vencedores.

Para ler todos: 1 ao 34 ao 67 ao 910 ao 12

O primeiro classificado para final em número de aceitação por votos válidos foi o conto #12:

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Conto Erótico Canábico #012:

Irene da Boa – por Gustavo Marques

No meio do ano, fui no rancho de um amigo da família com a parentada toda. Chegamos tarde apenas cumprimentei quem já tinha chegado e logo fui montando minha barraca, no meio do processo tive a ajuda de uma ruiva linda, no meio da pele branca do rosto vinha os lábios vermelhos e um olhar hipnotizante, seu nome era Irene. Quando trocamos uma ideia e percebi uma conexão intensa, porem ela teve que ir embora logo já que os familiares tinham chamado ela, nos despedimos e fiquei admirando aquele corpo de violão indo embora.

Durante a noite, não conseguia dormir então peguei aquela ponta salvadora e fui fumar, durante a caça de um lugar agradável até que senti uma fumaça cheirosa vindo de cima de um morrinho. Logo avistei na mão de Irene um pastelzão (Brincadeira) Era um fino grande e delicado, fiquei até com vergonha da minha ponta, então fui lá pedir um pá. E pessoal… fumaça vai fumaça vem e as trocas de olhares levou ao primeiro beijo, foi um dos melhores beijos não pelo beijo, mas sim por ser ela. Logo fomos para minha barraca onde descobri o que era uma pessoa com fogo, onde suas garras arranhavam minha costa durante vários beijos e encoxadas, até que ela veio ao meu ouvido e solta a ótima ideia que enquanto eu bolava mais um ela ficava no boquete, topei na hora. Enquanto custava a bolar ela subia e descia com sua boca no meu pênis, sua língua ligeira dando aquela geral principalmente na cabeça, até que gozei e ela santa do jeito dela tomou tudinho que foi possível. Felizmente este não foi o fim. Já bolado ela tragava enquanto eu retribuía todo favor dela, estava numa viagem curtindo as linguadas, indo de cima para baixo, da esquerda para a direita, girando e quando olhei para ela, que cena irmão… em meio a fumaça aquele rosto com língua para fora, boca aberta e aqueles olhos de tesão que atravessando a pálpebra, ela nem conseguia gemer pois ficou sem ar com as dedilhadas e o meu braço ligeiro com sangue correndo. Então espontaneamente veio um abraço firme e percebi que ela estava gozando, mas não ficou por aí, meu pau já estava pronto para o segundo round. Coloquei minha camisinha, comecei devagar pelo menos tentei já que ela não queria devagar e sim rápido e intenso do jeito que eu gosto. Enquanto ela estava na cavalgada fui acender o beck que já tinha sido apagado. De fato, ela conseguiu ficar uns 20 minutos no mesmo movimento e claro passando a bola, levei-a para fora da barraca que estava muito quente, encostei ela na arvore enquanto a comia de quatro, puxando o cabelo e dando tapas na bunda que já foi branca e ela adorava principalmente quando me punha no comando. Voltamos para a barraca onde na posição papai mamãe acariciava aqueles peitos macios e duros, lambia com carinho os mamilos e chupava com força outra hora, percebi que ela gozava de novo, porém não paramos não, onde ela com sua boca chupava meu pescoço enquanto ouvia as melodias dos gemidos, até que liberei a seiva da vida e veio aquela sensação de nirvana, com os nossos corpos suados ficamos abraçados e eu olhando aquele sorriso encantador que me cultiva até hoje. Foi diferente não veio aquela emoção pós sexo, desta vez quis ficar com ela abraçado até o fim dos tempos.

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Em segundo lugar na lista dos contos classificados ficou o #04:

Conto Erótico Canábico #004:

O Cheiro de Natália – por André Mascarenhas

Certa vez me contaram que as aventuras que não se programam rendem as melhores memórias. Lembro de ter concordado vagamente com a afirmação, mas foi somente naquela noite de sexta-feira que pude compreender o seu significado em primeira pessoa, pois nessa noite duas das melhores sensações que já experimentei me foram apresentadas – a primeira brisa canábica e o corpo da Natália.

Devo fazer uma pequena correção. Eu já havia fumado algumas vezes antes daquela sexta, então tecnicamente não foi a minha primeira vez com a erva. Mas talvez devido à minha inabilidade com cigarros em geral, eu não tinha conseguido sentir o torpor e a elevação de que todos falavam.

Naquela noite recebi um convite, feito de última hora pelo meu amigo Dante, para acamparmos numa chapada na cidade vizinha. Estariam presentes, além dele e eu, a sua namorada Alessandra, e a Natália. Aceitei a proposta prontamente, tanto por apreciar o estado de espírito que essas ocasiões em meio à natureza proporcionam, quanto por reconhecer ali a minha chance de me aproximar da Natália mais intimamente. Havia algum tempo que eu já a observava discretamente entre amigos na universidade, e seus gestos e sua postura simples e cheia de feminilidade sempre prendiam os meus olhos.

Pagamos pela decisão repentina de acampar, chegando à entrada da trilha quando já estava escuro. O que para outras pessoas seria um problema desmotivador acabou elevando o nosso senso de aventura. Entramos na trilha, guiados pelas luzes frágeis das nossas lanternas, que nos mostravam retalhos de um lugar que nunca havíamos visitado.

Seguíamos em fila indiana. Depois de cerca de vinte minutos sob o agradável sussurrar das árvores, encontramos o local onde acamparíamos: a margem de um pequeno riacho. O cheiro suave das entranhas verdes daquele local e a música natural das águas se chocando contra as rochas foram as primeiras recompensas da nossa ousada aventura, e tratamos de montar as barracas e providenciar uma grande fogueira. Logo estávamos sentados em volta desta, a Natália ao meu lado, apreciando um vinho enquanto ouvíamos algumas músicas do Led Zeppelin. Conversávamos como se a vida urbana da qual havíamos saído não existisse mais, e não demorou até que alguém propusesse que acendêssemos o baseado, o que a Natália fez. Eu a observava enquanto ela o manipulava com intimidade, e um leve sorriso cresceu em meu rosto quando senti o cheiro da erva misturado ao cheiro dos seus cabelos. Fumamos lentamente enquanto continuávamos a conversar e rir de algumas lembranças, e quando a conversa finalmente cessou e o casal que nos acompanhava começou subitamente a se beijar, eu senti um calor intenso se expandir até as extremidades do meu corpo, instigado pela cena diante de mim. Senti-me cada vez mais imerso e pertencente àquele local, e comecei uma conversa num tom mais firme e sedutor com a Natália, que já exibia o êxtase nos olhos, com o reflexo da fogueira dançando em suas enormes pupilas. Nosso desejo permanecia subentendido com dificuldade, pois nossos olhares mantinham uma troca de mensagens e intenções, reveladas na sutileza de seus movimentos, que aconteciam paralelamente à nossa fala. Num movimento repentino, que me pareceu independente de uma decisão consciente e ponderada, repousei a minha mão sobre a dela enquanto falava. Ela parou de falar instantaneamente, e inclinou o seu rosto até o meu, enquanto as primeiras notas de Dazed and Confusedcomeçavam a soar. Nesse ponto eu já estava convencido de que pela primeira vez experimentava a transcendência canábica, mas a sinergia de todos os estímulos não me permitia considerar essa constatação racionalmente, e meu torpor foi maior quando senti os lábios de Natália contra os meus. O fato de ter fechado os olhos não impedia que imagens deslumbrantes surgissem e se dissolvessem em minha mente, e eu experimentava cada aspecto da Natália como um recém-chegado ao mundo. Sua boca era macia e quente; novamente o cheiro dos seus cabelos, os quais eu acariciava perto da nuca; a pele morena, onde eu já sentia os pêlos eriçados dos arrepios que ela começava a ter por todo o corpo. Senti-os especialmente quando coloquei a mão entre suas pernas, no limite do seu vestido, e deslizei-a lentamente para dentro, o atrito entre minha mão e sua coxa fazendo com que meu pau se avolumasse sob o meu short, numa pulsação cuja cadência eu conseguia sentir em minhas têmporas. Quando atingi a sua calcinha, senti-a muito quente e úmida, e Natália soltou um gemido visceral, inclinando-se para trás. Deitamos ali mesmo, animais plenos, esquecidos da máscara humana que há pouco usavam, e logo eu estava dentro dela, nossas sensações fluindo e se confundindo pela ponte que era o movimento frenético dos nossos sexos. A novidade de todas as sensações não me permitia considerá-las em separado, e quando gozamos não conseguíamos falar nada. Às margens daquele riacho, ouvindo a conversa secreta dos entes da floresta, adormecemos num sono opiáceo.

Acordamos na manhã seguinte numa paz indescritível e percebemos o quanto aquele local era bonito, banhado pela luz matinal, sua riqueza de cores revelada. Fizemos a trilha de volta como se fosse completamente nova, como se sua beleza diurna tivesse esperado a noite inteira para se mostrar. E ainda hoje visito aquele local esporadicamente, para fumar e sentir, a cada tragada, o cheiro dos cabelos de Natália.

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Terceiro da lista dos classificados ficou o conto #03! Confira:

Conto Erótico Canábico #003:

Levemente embriagados,Completamente chapados – por Claudio Natureza

Joana Maria, que mulher linda.
Seu corpo parecia um circuito desenhado na mais perfeita harmonia,
daquelas que os carros ficam correndo por horas e mais horas sem se cansar.
Com aquele seu lindo sorriso ela parecia ter vindo de outro Planeta,de tão linda que era.
Principalmente quando fumava sua erva.
Unbeck Bolado,morador de São Paulo.
Desfrutava de sua vida de solteiro no seu melhor estilo.
Sempre muito chapado,amava uma boa erva e uma gelada cerveja.
E apesar de ser o que ele sempre pedia,não acreditava muito em poder conhecer uma Joana Maria.
Mas por coisa do destino,ou mais precisamente o trânsito de São Paulo,pois se ele não tivesse demorado tanto, não teria cruzado com ela justo quando ela precisava de um isqueiro.
E ele vinha descendo a Augusta sozinho fumando um baseado,era sábado,madrugada,
com sua garrafa de cerveja gelada,que parecia estar furada.
Estava sem conseguir segurar a risada quando de longe avistou Joana Maria parada.
Quando ela sentiu aquele cheiro,não pensou duas vezes e disse,
-Ei moço,empresta o isqueiro?!
Ele abriu um sorriso que seus olhos pareciam fechar.
Ela retribuiu seu sorriso com aquele seu lindo olhar.
Ela tinha acabado de enrolar seu baseado,e ele já estava meio tarado.
Foi quando ele começou a se tocar depois de sua cabeça começar a girar,
que linda mulher que estava ao seu lado,então ele percebeu que tinha apagado seu baseado.
Ele foi pedir seu isqueiro,e quando olhou pro lado,percebeu que havia sido roubado.
Ficou tão puto que entrou logo no primeiro puteiro.
E achou tanta graça quando viu Joana Maria sentada sozinha dando risada.
Quando sentou ao seu lado,tocava Tom Waits ao fundo,e ele falou:
-Adoro essa música.
Ela sorriu e cantou com ele,”Kiss me,like a stranger once again“…
Ele perguntou se ela queria um Drink e disse:
-Acho que que você tem algo que me pertence.
-Desculpe,você estava completamente distraído e eu tive que sair correndo.
Disse ela sacando seu isqueiro e acendendo ali mesmo seu baseado.
Joana Maria era uma mulher linda,e completamente chapada era mais bela ainda.
Ele já loucamente exitado,indagou;
-Vamos para o quarto!?
Quando tentavam abrir a porta já estavam quase pelados se beijando iguais dois tarados.
Levemente embriagados,e completamente chapados,seus corpos pareciam se unir
um ao outro como se fossem uma grande chama de fogo.
Ele olhava aqueles seios fartos,empinados e rosados e lambia como se fosse o último pote de mel de sua vida,
ela gemia baixinho enquanto soltava uma leve risada.
Ele então achou que ia ficar louco quando ela começou a chupar seu membro como se tivesse achado um picolé no deserto.
Então ele decidiu acender um baseado,vendo ela com aquele seu corpo dourado todo suado,com seu lindo rabo empinado.
Ela estava de quatro e fazia uma garganta profunda que levava Bolado a loucura.
Ela parou e disse, passa a erva pra mim.
-Então vira essa sua linda bunda aqui.
Ela deu risada, deu uma empinada e deu uma longa tragada.
Ela estava toda molhada, e naquela posição,seu pau parecia um gordinho deslizando em um toboágua apertado num replay constante em velocidade aumentada.
E ela gemia como uma safada com aquela sua bunda gorda batendo nele sem parar.
Então ele não aguentou e começou a gozar.
Mas ele já estava tão louco que virou ela na cama e começou a chupar sua vagina
como se fosse um cachorro que estava há uma semana sem beber água.
Logo ela soltou um grito e parecia estar entrando em trabalho de parto.
Mas não, ela tinha gozado, e gozou gostoso.
Com seus corpos suados, extasiados, eles se olham e apenas sorriem.
E então ele a beija, um beijo longo, pois a boca dela parecia já fazer parte da sua.
Ela acende um grosso cigarro de uma boa erva,ele com uma cerveja na mão fala,quero que você fique com meu isqueiro.
Porque sempre que eu precisar acender um baseado vou me lembrar de você.
E ele estava sempre acendendo um baseado.
Depois daquele dia Unbeck Bolado nunca mais viu Joana Maria.
Mas lembrava dela sempre quando um baseado ele acendia.

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Quarto colocado na lista dos mais aprovados pela galera ficou o conto #06!

Conto Erótico Canábico #006:

“Reunião entre amigos, chapação e sexo” – por Milena Barrêto

Era umas 21:30 de um sábado. De última hora fomos numa reunião na casa de um amigo dele. Poucas pessoas. Ao chegarmos, tinha na casa da praia umas seis pessoas. Muita bebida e maconha. Quando chegamos, o pessoal já tava nos efeitos da bebida e da cannabis. Eu estava com cede de cerveja e ele também. Começamos a beber. Rolava um som. Um amigo nosso começou a bolar um pra fumar. A roda começou a girar. Continuamos a beber. Mais um fino na roda e mais outro e mais outro. Completamente chapados. Estava conversando com uma amiga, quando meu namorado vem por trás, afasta meu cabelo e começa a morder meu pescoço. Já anestesiada pela maconha e o álcool, me entreguei aquela sensação. Minha amiga se levantou e se afastou quando percebeu nossa excitação. Nisso, ele começa a acariciar meus seios por cima da blusa. Os bicos ficam extremamente duros. Sinto minha calcinha encharcando aos poucos. Ele me puxa da cadeira e me leva pra um quarto. Chegando lá, vários colchões no chão. Ainda em pé, bem encostado em mim, eu sentia seu corpo definido colado ao meu. Começamos a nos beijar. Ele desceu mordendo meu queixo, meu pescoço, enquanto passava as mãos no meu corpo. Dei uma leve tremida. Estava mole. O tesão não me deixava pensar em mais nada. Puxei ele para cima quando ele estava beijando já a minha barriga. Nos beijamos novamente. Ele me encosta na parede e me beijando, desce a mão para minha buceta. Toca de leve e sente o quanto estou molhada. Esfrega a mão melada no meu pescoço e me beija a boca e o pescoço. Começa a me penetrar com os dedos. Sinto ele inserindo um a um, até que ficou três dedos daquela mão firme dentro de mim num vai e vem delicioso. Meu corpo já dava sinais que o gozo se aproximava. Ele me puxou para a cama. Me deitou e foi chupando meus seios e me masturbando. Eu chupava meus próprios dedos e gemia. Ele parava e falava o quanto eu era gostosa e queria me foder. Peguei em seu rosto e empurrei para minha buceta. Queria que ele sentisse o meu gosto puro de tesão. Ele obedeceu e caiu de boca. Sua língua adentrou no lugar certo e tirou de mim um leve grito de tesão. Começou ali a melhor chupada da minha vida. Eu simplesmente delirava de tesão. Ele chupava de maneira magnífica. Ficava num vai e vem bem gostoso, passando a lingua em volta do meu clitóris e depois focava nele. Ia bem devagar, do jeito que eu gosto. Ele sugava com gosto, eu escorria de tesão. Suas mãos viam parar na minha boca para chupar e assim eu fazia. Chupava dois dedos ao mesmo tempo. Pegava sua mão molhada de minha saliva e passava nos meus seios. Rebolava minha buceta em seu rosto e gemia o chamando de gostoso. Ele me chupava enquanto me penetrava com os dedos. Me masturbando enquanto me chupava, aquilo me deixava completamente louca de tesão. Ele deitou e eu fui por cima, beijando e lambendo todo seu corpo. Fui retirando cada peça de roupa. Tirei sua cueca e senti seu pau rígido. Fui passando a língua de cima para baixo, molhando cada parte. E fui chupando ele todo. Lambendo cada canto, sugava a cabeça e sentindo sair a excitação, sentindo aquele gosto que aumentava mais minha vontade. Pegava a mão dele fazendo movimento na minha cabeça de chupar mais. Ficava de boca aberta, enquanto ele socava mais e a saliva ia escorrendo. Eu parava, olhava pra ele e dizia o quanto era delicioso. Voltava a chupá-lo, a baba escorria. Eu adorava sentir o gosto do tesão dele. Intercalava a chupada com movimento de masturbação. Ele gemia falando o quanto tava delicioso e mandava eu chupar mais. Ele perguntava se eu gostava de seu pau e eu confirmava na chupada. Com muita vontade eu caía de boca.

Vi que tinha uma cadeira e mandei ele sentar nela. Fiquei de joelhos chupando-o e olhando nos olhos dele. Num momento, o vi de cabeça virada para trás e olhos fechados e com as duas mãos na minha cabeça. Sentia minha buceta escorrer e me prendia pra não gozar vendo a excitação dele com a minha chupada. Ele pede pra eu parar e me levanta, fazendo sentar em seu pau. Rebolando beem devagar e sentindo cada centímetro daquele pau, eu usava suas mãos para massagear meus seios e cintura. Depois chupava seus dedos e ele me fazia rebolar em seu pau, fazendo movimentos de vai e vem. Ele apertava meus seios e chupava-os. Senti um arrepio e deixei fluir. Avisei que ia gozar. Em pouco tempo meu corpo esmoreceu e senti o gozo chegar. Poucos minutos, ele gozou também. Saí de cima e caí no colchão já cansada e satisfeita. Ele deitou do meu lado e nos abraçamos.

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E o último a integrar a lista dos finalistas foi o conto #09:

Conto Erótico Canábico #009:

Eu, Joana e Mari – por Marco Polo

Joana, Jô para os íntimos como eu, era uma mulher encantadora. Enfeitiçava pelos atributos físicos e pelo modo como lidava com a vida. Simpática com qualquer pessoa, intrigava ou irritava seus companheiros de faculdade. Como pode um mulherão daquele ainda por cima rica, ser tão humilde ao lidar com as pessoas? Era o que se perguntavam os mais esnobes ao ver Jô conversando gentilmente com o zelador da faculdade, ou estudando na biblioteca com Ana Paula a mais desengonçada da classe.

Sempre fui um cara tímido, muito envolvido nos estudos e pouco envolvido com os colegas. Pelo menos foi assim no colégio e continuava sendo nos primeiros dias da faculdade de direito, quando ainda estávamos conhecendo nossos novos colegas. Numa aula qualquer em que eu estava muito concentrado em copiar e entender o que o professor passava. Tão concentrado que demorei a perceber que alguém atrás de mim chamava minha atenção. Me virei, até um pouco irritado, para ver quem atrapalhava, mas quase me derreti quando percebi que era a bela quem falava comigo. Foi difícil conter as gargalhadas quando ela começou a comentar sobre o jeito engraçado como nosso professor falava. Sabe aquelas coisas que você nunca notou, mas quando percebe não consegue mais parar? A partir daí o papo rolou solto até o fim da aula, com ela mostrando toda sua simpatia e eu cada vez mais abismado, (seria apaixonado?). Tenho que humildemente confessar que fiquei frustrado por não ter copiado a matéria. Mas isso estava preste a mudar.

Era difícil pra mim, que sempre sofria para conversar com mulheres, entender como uma galega linda como a Joana, conversava comigo de maneira tão espontânea. Eu que já tinha notado sua beleza, (será que alguém nessa faculdade não tinha?) esperava pela minha experiência de vida, que ela se relacionasse com os mais descolados da sala e não com o mais deslocado.

Geralmente sentávamos perto um do outro, e novas conversas como aquela aconteciam de maneira natural. As semanas foram passando e essas conversas começaram a ocorrer fora da sala de aula. No corredor, na lanchonete, na biblioteca enquanto estudávamos juntos. Além de tudo Joana era uma boa aluna. Claro que não conseguia mais manter firmes as rédeas de meu coração, e cada vez mais pensava nela. Novamente minha experiência dizia que um cara como eu não tinha chance como uma mulher como aquela. Linda, gostosa, gentil, inteligente, rica e cheia de amigos que viviam lhe convidando para sair. Claro que a maioria dos convites não visavam sua amizade, e foi depois de um convite desses que comecei a compreender melhor minha musa.

Estava aguardando ela numa sala reservada da biblioteca para estudarmos juntos. Viajava em meus pensamentos, provavelmente me perdendo em algum lugar de seu corpo, quando vi ela aparecer na rampa, linda, sexy, fazendo um mar de pescoços se virarem como se fossem um balé. Ela logo me viu, e veio caminhando pra sala em que eu estava. Seu leve rebolar era uma absurdo com um quadril tão largo e uma cintura tão fina com um pouquinho da barriga a mostra, fazia eu me preocupar se não estava com cara de idiota. Mas minha cara mesmo caiu quando Raul, o galãzinho do 8º semestre, um dos maiores pegadores da facul, cortou a caminhada de Jô para iniciar uma conversa. Ele todo animado, ela gentil como sempre mas parecendo se esquivar. Ela saiu andando com um tchau rápido deixando ele parado com um cara de bobo parecida com a minha.

Quando entrou na sala, fiz uma brincadeira dizendo que ela era uma arrebatadora de corações, ela riu de leve e me disse que os dois já tinham ficado umas três vezes mas ela achava que não daria certo. A intimidade permitiu que eu fizesse outras perguntas pessoais e pelo visto ela se sentia segura pra falar comigo sem restrições. E foi nesse papo que descobri algo chocante da vida de Jô. Notem que o estudo na biblioteca não rendeu nada, mas ultimamente eu não me importava mais em deixar os estudos de lado pra estar ao lado dela. Fiquei sabendo de um fato que traumatizou sua vida. Ao 16 anos ela namorava um cara mais velho, ainda não se sentia segura para perder a virgindade, mas ele como todo machão forçou a barra, segundo ela foi o pior dia da sua vida. Não quis entrar em detalhes sobre o que havia acontecido. O namoro acabou ali, mas o trauma causado persistia na mente de Jô, impedindo que ela se relacionasse de maneira mais íntima com outras pessoas. A terapia tinha ajudado muito mas ela ainda tinha uma trava que não conseguia abrir e nem sabia se um dia conseguiria.

Depois disso foi impossível estudar, e pra tentar levantar o nosso ânimo, a convidei para tomar um sorvete. Digo o nosso ânimo porque também fiquei abalado com aquilo tudo. Primeiro que segundo ela, eu fui a primeira pessoa, além da psicóloga, pra quem ela contou essa história, isso me fez pensar que ela me via apenas como amigo, tudo que eu não queria. Segundo, eu tinha posto Jô num altar da perfeição, e descobrir que aquele mulherão que eu pensava ser perfeita tinha um problema psicológico sério, tornou ela menos perfeita e mais real.

Na sorveteria o clima já estava bem mais leve, ter me revelado aquilo não a deixou envergonhada, muito pelo contrário ela parecia aliviada. Na hora de ir embora Raul passou por nós e antes que eu notasse Joana pegou minha mão. Foi de modo natural, mas fiquei assustado, sem saber como agir, quase puxei a minha, coisa típica de caras que não estão acostumados a ter intimidade com mulheres. Quando Raul estava distante a questionei se estava sendo usado para fazer ciúmes. Não que eu me importasse, até gostava mas se eu realmente servia para esse objetivo queria estar ciente disso. Ela rindo disse que não era pra ciúmes. O motivo real é que Raul estava insistindo para ela ir na festa. Então para ele mais uma vez não parar ali, tinha feito aquilo. Tive que reconhecer que não seria nada legal se aquele cara ficasse ali conversando com ela. Pelo meu jeito sabia que acabaria ficando quieto e até saindo dali para deixar os dois conversando.

Fomos caminhando pra casa, e no caminho a festa do 8ºsemestre voltou ao assunto, comentei como gostava da banda que iria tocar. Então ela me convidou pra irmos juntos, assim evitava os assédios do Don Raul. Rimos juntos e ficamos combinados. No carro dela, já que com minha bike não rolava, mas faríamos um esquenta em minha kitnet. Meu canto é tranquilo e mantenho ele arrumado e organizado, mas sem muita neurose. Perfeito para um aquece.

Demorei a dormir pensando na expectativa da balada, fui até comprar roupas novas. A matéria do dia ela não fazia comigo, e pude apenas encontrar ela de passagem. Ela confirmou o esquenta e disse que levava os drinques.

Imaginem leitor, se você nunca foi um Casanova será mais fácil, como eu fiquei aquele resto de aula e toda a tarde. Pensava em mil jeitos de chegar e falar com ela na festa, o que tentar o que evitar, mas o problema sério que ela tinha, e a dúvida se mais uma vez eu estaria sendo usado apenas para afastar um cara pegajoso faziam a pouca confiança que eu tinha cair ainda mais.

Demorei mais do que de costume pra me arrumar. Deixei rolando um Red Hot baixinho enquanto esperava por ela, que chegou dez minutos depois do combiado, abri a porta de baixo e fui recepicioná-la no elevador. Ela estava mais linda do que nunca, eu sei que é clichê, mas eu nunca tinha visto ela assim produzida. Estava num vestido preto, uns dedos acima do joelho, um leve corte expunha a barriga e marcava mais ainda a cintura, o decote era discreto mas não impedia que você imaginasse coisas. Os grandes olhos castanhos e o sorriso encheram de luz o corredor. Senti seu perfume de longe, mas quando a abracei forte e beijei seu rosto não me contive e falei que ela era cheirosa. Ela riu e me disse a marca. Claro que não conhecia e nem me lembro o nome agora. Mas o cheiro eu nunca mais esquecerei e cada vez que o sinto um monte de lembranças boas são desenterradas.

Ela trouxe várias Coronas, abri uma de cada e quando fui colocar as restantes na geladeira, ela gritou pra mim que adorava aquela música. Queria o controle pra aumentar Dani California. “O som fica lá no quarto e o controle está na gaveta do lado da cama”. Só quando coloquei a última cerveja que me dei conta da burrice que tinha feito, sai correndo e quando entrei no quarto ela já me olhava com o pedaço de erva que eu deixava guardada junto com a seda. Numa gaveta do outro lado da cama.

Eu estava apavorado só me acalmei quando ela de boa, meio rindo, me disse que eu era o último cara que ela esperava que fumasse um. Eu meio envergonhado, expliquei que fumava a pouco tempo por indicação de um amigo. Nas primeiras semanas dividimos um apê. Ele era gente fina e notou como eu ficava estressado e nervoso nas noites antes das provas e mesmo estudando bastante não me mantinha calmo. Então ele trouxe um pedaço pra mim e disse. “Use na noite anterior e depois das provas”. Claro que eu nem sabia fechar, se é que sei agora. Então ele fumou comigo e foi uma experiência ótima, me senti leve tranquilo. Ele falou que essa era de um tipo que deixava a pessoa mais calma. Sem se matar de rir.

Ela riu disso, mas não de escracho e sim do meu jeito de contar. Me surpreendeu quando disse que queria experimentar, tinha umas amigas que curtiam e não via nada de mal nisso. Ela estava para o crime naquele dia, mas naquela época eu não notava essas coisas. Principalmente preocupado em apresentar algo pra ela que não fosse um pastel infumável.

Não ficou aquelas coisas, mas ela também não poderia saber, sentamos num sofá cama da minha sala eu acendi. Falei pra ela como deveria segurar a bola, como se fosse experiente nisso. Tiveram as tossidas normais mas a cerveja ajudou a refrescar a garganta. Quando a leveza começou a bater me levantei peguei mais duas cervejas. Na volta, com a carinha mais linda do mundo ela me falou que tinha apagado.

Me inclinei para pegar o isqueiro que estava na banqueta atrás dela e nesse instante nossos lábios ficaram próximos, apenas por um instante pois no seguinte os dois se aproximaram mais um pouco em direção a um beijo de início devagar e tranquilo, mas assim que largamos as cervejas se transformou num beijo mais ardente, com mãos desbravadoras. Beijava seu pescoço cheiros e sentia ela se arrepiar. Minhas mãos apertavam sua cintura e sua bunda e ela me agarrava o pescoço e as costas. Um de encontro ao outro com carícias cada vez mais vorazes. Fui pra cima dela e ela se deitou, comecei a beijar seu colo, e ela tirou as alças do vestido e me revelou os seios médios e firmes, com aureolas bem clarinhas e seus bicos bem endurecidos, chupei de leve e passei a língua me divertindo com os suspiros dela. Ela tirou minha camisa e me arranhava de leve as costas, me puxando contra ela.

Era como se as comportas de uma represa prestes a estourar fossem abertas e liberassem a energia acumulada por anos. Eu pra não ser afogado surfei essa onda. Levantei um pouco as costas e pude apreciar mais de longe toda a beleza daquela gata. Botei minha mão pela parte de fora de suas coxa, por dentro do vestido, subi até sua cintura e apertei trazendo Jô contra o meu pau. Os dois gemeram juntos, ela meio que se sentou no sofá, com as pernas ainda envolta da minha cintura, com os corpos unidos começou a falar no meu ouvido que me queria enquanto suas mãos abriram meu cinto e calça. No instante seguinte elas estavam nos meus joelhos. Ela se deitou de novo e me puxando com suas pernas rebolava e esfregava a buceta protegida por uma calcinha preta contra meu pau cada vez mais duro. Ela me queria, nós nos queríamos, mas ela sabia que aquilo seria também uma experiência libertadora. Da minha parte não me importava de ser usado pra isso, via mais como uma honra.

Sem aguentar mais botei sua calcinha para o lado, segurei com uma mão enquanto a outra usava pra colocar meu pau no local exato. Ela já estava bem molhadinha e penetração foi fácil e deliciosa, que buceta macia! Comecei com movimentos de leve, sem parar me deitei sobre ela e nos abraçamos. Ficamos ali naquele movimento pélvico com beijos, mordidas, lambidas, assoprões, arranhadas e apertôes até que ela me empurrou para lado e me mandou deitar. Abri o sofá cama como o Flash e me deitei a tempo de ver ela tirar o vestido só pra mim. Um show particular. Ficou só de calcinha preta com fiozinhos do lado. Ela se virou de costas e se abaixou pra tirar a lingerie enquanto empinava aquela bunda gostosa bem na minha frente. Ela jogou a calcinha na minha cara, quando tirei vi que ela se preparava para cavalgar em mim. Sentou bem devagar, depois começou a alternar os movimentos, as vezes ficava com ele inteiro lá dentro só rebolando e esfregando o clitóris em mim. Ela ficou nisso um bom tempo, eu fiquei de passageiro, só apertando sua bunda, até que ela cansou.

Botei ela deitada de costas e assumi o controle. Comecei beijando sua nuca, enquanto metia devagar usava uma mão por baixo de seu corpo para massagear o clitóris dela, agora eu dominava e ela só curtia, Depois de um tempo levantei minhas costa segurei sua cintura cavalguei aquele mulherão com vontade, tirava ele todo depois metia com força. Fiquei nesse ritmo até não aguentar e gozar com força, tudo lá dentro. Ela pareceu adorar isso, e relaxamos juntos deitados lado a lado atravessados no sofá.

Sem falar nada ela se levantou para ir ao banheiro, ficou lá um certo tempo, quando começava a me preocupar ela saiu, meio descabelada mas ainda linda. Deitou do meu lado, ficamos quietos até que ela quebrou o silêncio: _ Vamos fazer dinovo?

_ Transar ou fumar?

_ Os dois. E começamos a rir. Como não amá-la?

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Agora depende só de você!

Analise com calma cada um das narrativas acima e deixe aqui seu voto. Quem merece vencer o Concurso de Contos Eróticos Canábicos? Votação até dia 22/11:

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4 respostas para “Escolha o vencedor do Concurso de Contos Eróticos Canábicos!”

  1. André disse:

    Também espero pelo resultado…

  2. Lucas Lucas disse:

    Saiu o vencedor e o conto que seria publicado posteriormente?

  3. ana paula disse:

    Muito bom gostei muito”o cheiro de Natália”

  4. Lucas Lucas disse:

    Votado!
    Acredito que o atrasaso tenha sido eu rs Se for, adoraria que fosse publicado posteriormente. Abraços!

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